Um trabalhador de um desmanche revela o ‘pior motor do mundo’: um modelo famoso que se descompõe por dentro

No mundo da automoção, algumas surpresas nem sempre são agradáveis, como demonstrou um trabalhador de um desmanche que revelou o que considera o ‘pior motor do mundo’. Trata-se de um modelo amplamente conhecido, cujo problema reside em uma falha interna que provoca seu deterioramento de maneira silenciosa. Esta descoberta acendeu os alarmes de muitos proprietários de veículos, especialmente aqueles que possuem esta mecânica em seus carros. Com sua experiência em mecânica e um olhar crítico, esse trabalhador expôs os problemas de design que afetam a confiabilidade e duração do motor assim que se pode pensar que está em perfeito estado.
No mundo automotivo, nem todos os motores são iguais, e alguns podem ser verdadeiros dores de cabeça. Um trabalhador de um desmanche chamou a atenção ao revelar qual considera o “pior motor do mundo”, um motor famoso que lamentavelmente se descompõe por dentro devido a uma falha de design. Este artigo irá investigar as razões por trás dessas avarias e como as novas tecnologias estão impactando o campo da mecânica automotiva.
O fenômeno dos mecânicos nas redes sociais
A ascensão das redes sociais não apenas tocou a esfera pessoal, mas também chegou ao mundo do reparo automotivo. Hoje em dia, é comum encontrar mecânicos que usam plataformas como TikTok para compartilhar suas descobertas e dicas. Um desses mecânicos é Bernat Escolano, conhecido como @bernideldesguace, que se tornou um influenciador do motor graças às suas revelações.
O caso do Citroën C3 Aircross
Recentemente, Bernat Escolano surpreendeu seus seguidores ao mostrar o estado de um Citroën C3 Aircross em um vídeo que rapidamente se viralizou. Neste vídeo, observa-se como o veículo, apesar de não ter sofrido acidentes, apresenta um motor em más condições com apenas 76.379 quilômetros rodados. A situação levou o mecânico a afirmar que o modelo equipa o que ele chama de “pior motor do mundo”.
O problema do motor PureTech
O Citroën C3 Aircross está equipado com o motor PureTech, um motor a gasolina lançado para cumprir com as normativas de emissões Euro 5 e Euro 6. No entanto, apesar de aparentar ser uma solução adequada para as regulamentações, tem se mostrado problemático. A falha principal encontra-se na correia de distribuição, que começa a se decompor e misturar seus restos com o óleo do motor, provocando falhas catastróficas.
Impacto na confiabilidade e comportamento
Apesar de os usuários respeitarem os intervalos de manutenção indicados pelas marcas, os motores PureTech têm mostrado problemas significativos de durabilidade. As consequências de seu uso incluem avarias caras associadas à ruptura da correia de distribuição, o que provoca danos importantes no veículo e, em muitos casos, sua inevitável passagem pelo desmanche.
Iniciativas da Stellantis para remediar
Diante das críticas e dos problemas recorrentes, a Stellantis, o conglomerado automotivo que inclui marcas como Citroën, Peugeot, Opel e DS, começou a tomar medidas. Em janeiro, o grupo anunciou que cobrirá as intervenções realizadas entre 2022 e 2024, desde que se sigam certas condições em relação à manutenção oficial. Esta iniciativa busca restaurar a confiança na confiabilidade desses motores.
Novas tendências no setor automotivo
Não é apenas o motor PureTech que tem se mostrado uma dor de cabeça para os usuários. Com a evolução contínua do setor, os fabricantes estão explorando tecnologias novas para melhorar o desempenho e a sustentabilidade dos veículos. Desde impressionantes motores como os do Volkswagen T-Roc 2026 (descubra mais aqui), até a entrada da General Motors no Campeonato Mundial de F1 (mais informações aqui), a indústria automotiva está em constante mudança.
Reflexões Finais sobre o Motor Problemático
O relato do trabalhador do desmanche sobre o motor do Citroën C3 Aircross revela um cenário inquietante no mundo automotivo. Situado no desmanche, o trabalhador destaca que este famoso modelo de motor PureTech, introduzido pelo extinto Groupe PSA, foi rotulado como o “pior motor do mundo” devido à sua tendência a se decompor internamente. As descrições fornecidas apontam para problemas de design inerentes que afetam a confiabilidade e duração do motor a longo prazo. Esta problemática é de particular relevância dado que muitos veículos, incluindo marcas como Citroën, DS, Opel e Peugeot, e até Jeep, devido a fusões empresariais, equipam esse tipo de motor.
A origem do defeito está associada principalmente com a correa de distribuição do motor, que com o tempo começa a se despedaçar misturando-se com o óleo, o que eventualmente leva à falha total do motor. Apesar de cumprir com as normativas de emissões Euro 5 e Euro 6, esses motores têm decepcionado pelos altos custos que representam reparar falhas tão significativas, exacerbadas por seu design defeituoso. Isso atraiu a atenção não apenas de usuários, mas de influenciadores do setor.
Felizmente, Stellantis, como herdeiros desses modelos através de fusões, reconheceu o problema e planeja se responsabilizar pelas reparações em uma tentativa de remediar a falha endêmica desses motores. Esta decisão abrange intervenções que serão realizadas em um período específico, desde que os proprietários tenham seguido o plano de manutenção oficial. É um passo que não apenas reflete a responsabilidade do grupo automotivo, mas também fornece um certo alívio aos proprietários afetados.
Assim, enquanto os mecânicos continuam revelando e alertando sobre esses problemas, fica claro que a indústria está em um constante processo de aprendizado e adaptação. Exemplos como o do usuário @bernideldesguace nos permitem ver não apenas os desafios atuais, mas também as possíveis soluções que estão sendo gestadas para o futuro do mundo automotivo.